Não faça dieta, mude seus hábitos!

Feliz Natal!!!

Neste final de ano, que tal agir diferente? Pense nas suas metas, nos objetivos que você quer alcançar e não deixe que os dias de festa prejudiquem tudo isso.
Por isso, disponibilizo um E-book para te ajudar a manter o foco nas festas de final de ano, mas sem deixar de confraternizar e aproveitar o momento junto da família e dos amigos.
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Que você tenha um Feliz Natal, cheio de amor e união.
Beijos

Dicas para uma vida mais saudável e para acelerar o metabolismo


Um metabolismo acelerado auxilia no processo de emagrecimento, além de proporcionar mais disposição e melhorar a sua saúde. Por isso, anote as dicas:


1. Café da manhã: Não pule o café da manhã, ele é essencial para fornecer energia para você enfrentar um longo dia pela frente. Evite o jejum! Apesar do jejum intermitente estar na moda, ele não é pra todo mundo. O jejum pode ser um estresse para o organismo,fazendo com que haja um aumento do acúmulo de gordura. 


2. Beba água! Água é vida. Geralmente quem tem o metabolismo acelerado costumar sentir menos sede, e consequentemente, bebe menos água.


3. Evitar tomar café em excesso: As grandes quantidades de cafeína podem aumentar o nível de cortisol, o hormônio do estresse e que está ligado ao ganho de peso.


4. Encontre uma atividade que te dê prazer: Procure fazer alguma atividade ou exercício que deixe feliz. Durante a prática regular de atividade, são liberadas substâncias que dão a sensação de bem-estar, além de favorecer a perda de peso com o gasto de energia.

5. Alimentos ricos em triptofano e tirosina: Esses alimentos ajudam na formação de serotonina, proporcionam uma sensação de bem-estar e, por isso, devem ser consumidos de preferência na parte da manhã para que o seu efeito possa ser sentido durante o dia. Eles são: linhaça, aveia, sementes de abóbora e girassol, nozes, castanhas, leguminosas, banana, abacate, ovo, frango, peixes e chocolate 70% cacau.

Além disso, evite alimentos industrializados ricos em açúcar e sódio, pois eles dificultam a queima de gordura.


6. Dormir bem: Ter uma boa noite de sono é um hábito essencial para quem quer aumentar a qualidade de vida. O sono é um momento de descanso físico e mental. É nesse período do dia em que nos permitimos recuperar toda a energia gasta durante as atividades do dia-a-dia, possibilitando que o metabolismo corporal funcione corretamente no dia seguinte. 
Uma boa noite de sono evita o excesso do hormônio cortisol e diminui o estresse, o que auxilia no processo de emagrecimento. 


Cuide da sua saúde!

Óleo de coco – Modismo ou Milagre?



Existe muita gente defendendo o óleo de coco como se ele fosse o salvador da pátria! Um milagre da natureza! Um emagrecedor natural! Mas será que ele é tudo isso mesmo?

Bem, acho que sempre devemos ter cuidado com essas notícias que surgem do nada, prometendo resolver todos os nossos problemas nutricionais, principalmente quando se trata de um óleo. Apesar dele ser natural, óleo é óleo e continua sendo uma gordura, independente da fonte (coco, palma, linhaça...) e como qualquer gordura, quando consumida em excesso, engorda.

Só para ter uma ideia, uma colher de sopa de óleo de coco contém 117 kcal e 13,6g de gordura, ou seja, mais quilocalorias que uma colher de manteiga ou azeite.



Os ácidos graxos de cadeia média são mais rapidamente absorvidos no intestino, sendo transportados pela veia porta para o fígado, onde são rapidamente oxidados, gerando energia.




Em relação à perda de peso, os estudos
com suplementos a base de óleo
de coco são extremamente escassos e
de baixo grau de evidência.


Então, apesar das diversas teorias positivas sobre o óleo de coco, os estudos ainda são escassos e controversos. É importante ter em mente que a gordura saturada do óleo de coco, mesmo que com melhor composição que outras fontes de gordura saturada, deve ter seu consumo restrito.

Vale lembrar que uma alimentação equilibrada deve conter fontes de gordura sim, mas priorizando as gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, além de ser rica em fibras solúveis, verduras, frutas e ômega-3.

Aditivos Alimentares



"Tão antigos quanto a humanidade, os aditivos alimentares sempre estiveram presentes em nossa dieta. As antigas civilizações descobriram que é possível conservar carnes e peixes com sal (cloreto de sódio) e usar diversas ervas e temperos para melhorar o seu sabor. Já na época dos romanos, o enxofre era utilizado no preparo dos vinhos para sua melhor conservação. Os aditivos são utilizados há séculos, com diferentes finalidades, tais como aumentar o tempo de conservação, atribuir ou realçar algumas características próprias de alguns alimentos. 

No entanto, por se tratarem de substâncias químicas intencionalmente adicionadas aos alimentos, torna-se fundamental conhecer suas propriedades, de maneira a garantir seu uso adequado e seguro. 

Legislação:

A portaria nº 540 - SVS/MS de 27 de outubro de 1997 publicada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) define o termo aditivo alimentar como 'qualquer ingrediente adicionado intencionalmente aos alimentos, sem propósito de nutrir, com o objetivo de modificar as características físicas, químicas, biológicas ou sensoriais, durante a fabricação, processamento, preparo, tratamento, embalagem, acondicionamento, armazenagem, transporte ou manipulação de um alimento'. "

Fonte: Artigo - Food Additives, 0103-2259/11/34-05/177

Dietas!


Se você está acima do peso ou se já desejou perder alguns quilos, certamente já fez algumas ou até mesmo dezenas de dietas para atingir o seu objetivo.

Você pode dizer que perdeu peso. Ok, eu acredito, mas a troco de que?

Quanto tempo depois você engordou tudo de novo ou até mais do que antes? O que você teve que “cortar” da sua alimentação? Tomou algum medicamento que provocou efeitos colaterais? Sentiu fome? Sentiu raiva por não conseguir se controlar e atacar uma barra de chocolate? Se achou fraco(a)?

Pois é, esses são alguns dos efeitos colaterais das dietas. A restrição que vêm junto delas que eu não gosto. Corta glúten, exclui a lactose, ta com fome beba água. Mais fácil mandarem a gente parar de viver.

Comer é um ato social, é prazeroso e faz bem. Por isso invisto na educação/reeducação alimentar. Raros são os casos em que uma alimentação equilibrada fazia parte do cardápio da família. Digo isso por mim e pelas pessoas que conheço. Somos da geração hambúrguer, cachorro quente, refrigerante... Estamos condicionados à gostar disso, pois fomos introduzidos à esse mundo.
Mas não vamos culpar nossos pais, eles são vítimas também. Por isso, a educação alimentar é essencial nesses casos.

Saber o que comer, quando comer e porquê comer faz parte desse processo e nele não existe o proibido e sim o evitável, pois você tem a consciência do que te faz bem e o que te faz mal. Então comer, vira uma escolha e não uma restrição. Sem “dias do lixo” e “final de semana eu posso comer o que quiser”.

Dieta é pra quem realmente precisa, como é o caso de atletas e pessoas que realmente conseguem. Tem que ter data de início e fim. Porque eu admito: eu não consigo fazer dieta. Eu tento comer da melhor maneira possível, e se eu tenho o poder de escolher, que a escolha seja a mais saudável.

Vejo pessoas postando o dia-a-dia das suas dietas nas redes sociais e só consigo pensar por quanto tempo elas vão conseguir seguir aquelas restrições, porque o início é sempre igual: muita empolgação pra perder peso, pra comprar coisas novas pra dieta, pra postar foto do prato, mas isso cansa. Tudo é um processo.

O segredo do emagrecimento está além do equilíbrio da ingestão/gasto energético, está no futuro, no a longo prazo. Se eu perder peso rápido, de forma não saudável, lá na frente corro risco de engordar mais. Emagrecer requer um equilíbrio psicológico, um auto conhecimento, uma paciência sem igual, pra enxergar nos pequenos progressos grandes conquistas.

Quer comer hambúrguer, coma, mas porque não fazer o seu? Eu arrisco dizer que cozinhar pode ser uma coisa legal. Quem não gosta de receber um elogio por algo que fez. Se tem algo que eu gosto é de ver as receitas das minhas colegas de profissão, com pratos super bonitos e com comida de verdade. Nenhuma delas passa fome e todas saem pra comer com os amigos, se divertem e não se privam. Sem radicalismos.

Essa é a minha opinião. Sou feliz assim, podendo comer minhas bobagens de vez em quando sem me punir ou com compulsão. Pelo menos não vou dormir pensando no que eu poderia comer e não comi.


O segredo de ser saudável é o equilíbrio e o conhecimento. Faça a sua escolha.  

Edulcorantes – adoçantes naturais e artificiais

Quando vamos ao mercado, à farmácia, lojas de produtos naturais é que percebemos como existem adoçantes no mercado. São tantos tipos e preços variados, que rola uma dúvida sobre o que são todos aqueles nomes e se realmente tem alguma diferença entre eles, além do preço.

Os edulcorantes, comumente chamados de adoçantes, são substitutos naturais ou artificiais do açúcar. Eles conferem sabor doce e são substâncias encontradas naturalmente em diversos alimentos, como beterraba, pêssego e ameixas, mas também podem ser produzidos industrialmente.

Vários edulcorantes atualmente comercializados contêm dois ou mais adoçantes em suas formulações, que segundo os fabricantes, são para potencializar as vantagens de cada edulcorante e neutralizar as desvantagens, principalmente o sabor residual que alguns tipos podem conferir.













                                                        


Umas das principais preocupações médicas é com a disbiose intestinal que pode ser causada por alguns tipos de adoçantes. Esse problema ocorre quando, dentro do intestino, há diminuição do número de bactérias “boas” e um aumento das “ruins”. Isto dificulta a absorção de nutrientes e provoca carência de vitaminas.

Para as gestantes que por alguma prescrição médica não devem consumir açúcar, é recomendado cautela na utilização dos adoçantes. Faltam estudos, mas alguns já são permitidos e considerados seguros, como é o caso da sucralose, aspartame e acessulfame-K. Mas também não é a “volonté”! Os adoçantes devem ser consumidos em pouca quantidade: 3 a 4 gotas por copo ou 1 sachê por vez NO MÁXIMO 6 VEZES AO DIA.

Diabético ou não, gestante ou não, leia sempre o rótulo dos alimentos. Dê preferência por sentir o sabor natural dos alimentos. 



A moda do Índice Glicêmico



O carboidrato é um macronutriente muito importante, principalmente, quando o relacionamos à prática de atividade física. Sua ingestão antes, durante (dependendo do treino) e após o exercício, exerce o papel de "combustível", melhorando o desempenho durante o exercício e recuperando as reservas de glicogênio hepático e muscular após a atividade física.

Esses carboidratos tem a capacidade de nos fornecer uma quantidade enorme de energia (glicose). Quando consumimos alimentos muito calóricos, aumentamos nossos índices de insulina, isso pode trazer algumas repercussões negativas, especialmente na duração da saciedade e maior chance de acumular gordura. E é essa capacidade de fornecer energia que chamamos de índice glicêmico.


Quando nos alimentamos e o corpo nota a presença de glicose no sangue, ele secreta insulina – que tem o papel de colocar essa glicose dentro das nossas células, afim de produzir energia. 

O carboidrato presente nos alimentos pode ser classificado como “simples” ou “complexo”.


O índice glicêmico (IG) descreve a resposta da glicemia sanguínea após ingestão de um alimento contendo carboidrato e compara com um alimento de referência que, em geral, é o pão branco ou a glicose. Ele não leva em consideração a quantidade de alimento consumida.

Imagine a mesma quantidade de dois alimentos, o X com baixo IG e o Y com alto IG. Considere que ambos os alimentos são capazes de fornecer a mesma quantidade de energia. O IG seria um indicativo da potência de cada alimento, em outras palavras, seu organismo demoraria mais tempo pra absorver a energia do alimento X (baixa potência, baixo IG), do que do alimento Y (alta potência, alto IG). Isso não torna um melhor ou pior que o outro, mas pode servir como uma ferramenta para certos tipos de treinos.

O IG dos alimentos são classificados* em baixo (< 55), moderado (56 – 69) e elevado (> 70), ou seja, quanto maior o IG, maior a capacidade daquele alimento de aumentar a glicemia após seu consumo.
*esses valores podem variar de acordo com a referência utilizada.

Uma variedade de fatores intrínsecos e extrínsecos ao alimento pode determinar o seu impacto na glicemia e, consequentemente, influenciar o seu IG. Como por exemplo a famosa batata doce, utilizada devido ao seu baixo índice glicêmico, porém, marombas de plantão, a forma de preparo influencia completamente a sua resposta glicêmica. A batata doce cozida apresenta um baixo IG, enquanto a frita e assada apresentam elevado IG.

Se você é praticante de atividade física, talvez possa considerar algo sobre índice glicêmico. Mas tudo depende da intensidade, tipo e regularidade. Agora, se você está acima do peso e tem uma alimentação desregrada, provavelmente não precisa se preocupar com o índice glicêmico, mas sim com uma alimentação mais saudável e equilibrada.

Para saber mais sobre essa ferramenta, consulte um nutricionista!

Mais detalhes acesse: http://www.glycemicindex.com/