Não faça dieta, mude seus hábitos!

Mitos e tabus Alimentares

Certamente você já ouviu que “carboidrato à noite engorda”, que “manga com leite faz mal” e que “cerveja dá barriga de chopp?”. Mas tudo isso é mito ou tem um fundamento por trás?

Mitos são histórias utilizadas pelos povos antigos para explicar fatos da realidade e fenômenos da natureza, que na época, não eram compreendidos por eles. Ninguém sabe muito bem como um mito começa, mas alguns deles se propagam em nossa cultura até hoje. Já os tabus alimentares, são crenças e superstições relacionadas ao consumo de alguns alimentos ou à combinação deles, que seriam prejudiciais à saúde.

A nutrição é um dos principais alvos dos tabus, mitos e crendices populares, seguindo gerações e desafiando as explicações da ciência. Várias religiões proíbem o consumo de certos tipos de carnes, como os judeus e os muçulmanos que não comem carne de porco. A proibição do consumo de alguns animais pode ser também pelo fato dele ser criado em casa, como bicho de estimação.

O significado da alimentação também muda de acordo com a condição econômica da pessoa. Para a população de baixa renda, em geral, os alimentos são classificados entre os alimentos “fortes” e os “fracos”. Os alimentos fortes são aqueles que sustentam, como o arroz, feijão e carne, enquanto que os fracos são as frutas, verduras e legumes, que servem somente para “tapear a fome”. Quando essas pessoas dividem os alimentos em fortes e fracos, elas não se baseiam no valor nutritivo dos alimentos, mas sim na capacidade que eles têm de matar a fome, como é o caso dos alimentos fortes, que dão a sensação de “barriga cheia”, pois são mais gordurosos e mais difíceis para digerir. Normalmente, eles sabem que as frutas, verduras e legumes são ricos em vitaminas e minerais, mas seu consumo deixa a “sensação” de fome. Isso também é um mito.
               
      Quem já não sentiu medo de uma coisa que tem certeza que é uma mentira, como é o caso da manga com leite. Você alguma vez quis experimentar essa mistura? Se te oferecessem você tomaria?


Para desvendar alguns mitos, vamos começar pelos mais clássicos:


1. Manga com leite faz mal?




Antigamente, na época dos escravos, era proibido comer os frutos das colheitas, sob a pena de castigo. Por isso, os escravos escondiam algumas frutas e as comiam à noite, longe dos olhares do capitão do mato. Após um dia de muito trabalho eles podiam apenas tomar leite para diminuir a fome. Como uma forma de diminuir os “furtos”, os senhores começaram a espalhar o boato de que comer fruta com leite matava. História vai, história vem, e a manga levou a pior, ficando conhecida por causar a morte naqueles que e ingerissem com leite.


2. Carboidrato à noite engorda?




As pessoas acreditam que comer carboidratos, como pães, macarrão e batata à noite engordam, mas este mito se justifica em situações nos quais o consumo desses alimentos seja realmente exagerado. Em qualquer hora do dia, se você se entupir de pizza e biscoito irá engordar! Todos os excessos, sejam eles de carboidrato, proteína ou lipídio irão implicar no aumento de peso, pois estão implicados no alto consumo calórico.

À noite, nosso metabolismo sofre uma leve diminuição, por isso, recomenda-se que no jantar seja consumido uma refeição mais leve, em relação ao almoço. É importante evitar os excessos durante o dia todo, visando não apenas a perda de peso, mas hábitos alimentares mais saudáveis. Cuidado com os modismos.


3.   Banana "prende" o intestino?



Antes do desenvolvimento dos antibióticos, usava-se um preparado de banana verde para combater quadros de diarreia. Na verdade, as frutas como goiaba, manga, banana e caju ainda quando estão verdes, contêm taninos, um composto que confere aquele “aperto” na boca quando comemos essas frutas verdes.


Os taninos podem “prender” um pouco o intestino, porém, durante o amadurecimento das frutas, grande parte desse composto desaparece.


4. Ricota não engorda?





        Todos os alimentos contêm quilocalorias, exceto a água. A ricota não é exceção.
                
         Os carboidratos produzem 4 quilocalorias por grama (kcal/g), as proteínas também, enquanto que as gorduras produzem 9 kcal/g.
               
       A ricota é constituída (basicamente) por proteínas, logo, assim como os carboidratos e as gorduras, será convertida em energia para desempenharmos nossas funções diárias. O que devemos levar em conta não são as quilocalorias, e sim a qualidade nutricional dos alimentos. Nunca 4 kcal de açúcar será igual (nutricionalmente) a 4 kcal de ricota.


5. Cerveja "dá" barriga de Chopp?



             Como dito anteriormente, a única coisa que não contém quilocalorias é a água.
                
             Uma tulipa (290 ml) de cerveja contém em média 122 kcal (podendo variar de marca para marca). O que é uma quantidade razoável, se formos analisar apenas uma tulipa, porém, quem é que vai à um bar para tomar 290 ml de cerveja? Acho que quase ninguém... Se você costuma tomar aquela cervejinha de vez em quando, experimente contar quantos copos de cerveja você consome em uma noite.
         
            Se forem pedir um petisco... ferrou!


O mal não está necessariamente no alimento, mas na quantidade que consumimos, na forma que o preparamos e na frequência que o comemos. Para ter uma vida saudável, equilíbrio é uma palavra fundamental! Pode-se comer de tudo, basta ter a consciência de que o exagero pode fazer mal.






Sal e sódio

Afinal, qual a diferença entre Sódio e Sal ?

Para começar a descomplicar vamos esclarecer: o sal de cozinha nada mais é do que sódio (Na) e Cloro (Cl), o que resulta em Cloreto de Sódio (NaCl).




O que geralmente causa essa confusão é que na cozinha de nossa casa usamos sal (NaCl), enquanto que nos rótulos dos alimentos encontramos a informação na forma de sódio.

O que devemos saber é que em 1 g de sal temos 400 mg de sódio. Logo, se em um alimento eu encontro 1600 mg de sódio, estaremos ingerindo 4 g de sal. Mas isso é muito ou pouco?
- Recomendação de sal (NaCl): 5 a 6 g/dia
- Recomendação de sódio (Na): 1,6 a 2,4 g/dia = 1600 a 2400 mg

Logo, se eu consumir um alimento industrializado que contenha em sua composição 1600 mg de sódio, eu estarei ingerindo 66,66% da recomendação máxima aconselhada para um dia inteiro!

Mas tadinho do sódio, ele não é um vilão, pois ele tem a função de equilibrar a parte hídrica do organismo, o que é muito importante. O grande problema é que seu consumo está cada vez maior e não percebemos isso. Os alimentos industrializados, em sua maioria, acrescentam quantidades cada vez maiores em suas receitas a fim de potencializar o sabor de seus produtos, aumentando assim sua popularidade.





    O sódio (e não o sal em si) é o responsável pelos danos relatados no organismo. É o sódio (em excesso!) que está diretamente relacionado com a hipertensão arterial e outros problemas como derrame cerebral, catarata e problemas renais. Havendo uma concentração maior de sódio, há uma diminuição na excreção de urina. Dessa forma, o coração é forçado a bombear com mais força para manter um volume maior de líquido em circulação, aumentando, assim, a pressão arterial. O esquema a seguir, mostra de forma resumida o aumento da pressão arterial causada pela ingestão excessiva de sal:




 Para evitar os malefícios desse excesso, seguem umas dicas da (quase) nutri, que podem fazer você diminuir drasticamente sua ingestão de sódio (e sal) por dia:

- Evite utilizar temperos prontos na hora de preparar suas refeições, pois em geral, meio tablete de caldo de carne contém 1014 mg de sódio!

- Fuja das refeições instantâneas, pois a quantidade de sódio presente nelas é assustadora;

- Não coloque sal em seu prato antes de experimentar os alimentos;

- Substitua o sal por temperos naturais, como salsinha, manjericão, coentro, alecrim...

- Evite colocar o saleiro na mesa;

- Nosso paladar se adapta ao sabor dos alimentos com pouco sal. Esse é um processo gradativo, reduza aos poucos o consumo excessivo;

- Leia sempre o rótulo dos alimentos, e fuja dos alimentos ricos em sódio. Sua saúde agradece!

- Experimente outros tipos de sal, como o sal light que substitui 50% do cloreto de sódio por cloreto de potássio, sendo indicado para quem precisa diminuir a ingestão de sódio, como os hipertensos ou portadores de insuficiência cardíaca (mas vale ressaltar que deve ser evitado por pessoas com problemas renais, pois estas necessitam de uma ingestão de potássio regulada!) e o sal marinho, que pode ser considerado a opção mais saudável, pois este tipo de sal não passa pelo processo de refinamento, garantindo em sua composição nutrientes como flúor, cálcio, magnésio e iodo natural, além de não contém aditivos, como o sal refinado;

- Procure fazer sua própria comida, sempre que for possível, pois desta maneira podemos controlar a quantidade de sal que adicionaremos aos alimentos.

           Use o bom senso, nada em excesso faz bem. Se reeduque e viva uma vida mais saudável.


Referências utilizadas: Anvisa e Ministério da Saúde do Brasil.

Qual a diferença entre suco, suco em pó e néctar?

Sempre que vou ao supermercado, fico observando o que as pessoas escolhem colocar em seus carrinhos. São centenas de produtos, marcas e preços, todos à nossa disposição.

        Mas o que te motiva a escolher entre um produto ou outro? Muitas vezes o preço é quem determina as nossas escolhas, mas dependendo do alimento, preferimos levar uma marca “conhecida”, apesar de ser um pouco mais cara, ao invés de um similar mais em conta.

     Sabendo disso, a indústria alimentícia se aproveita de nós. Investem milhões em publicidade, marketing, embalagens e tecnologia para aumentar a validade de um produto quase que a perder de vista. Mas isso é bom? Depende! Já parou para pensar o que leva um “suco de caixinha” durar tanto na prateleira do mercado? Pois é, aí que mora o perigo.

     Conhecer o que se está comendo não devia ser uma escolha e sim uma prioridade. Então agora é que vem a pergunta: Você sabe a diferença entre suco, suco em pó e néctar? Nem vou entrar no mérito dos refrigerantes, por ora, pois todo mundo sabe que faz mal e blá blá blá, mas certas bebidas que usamos como alternativa para evitar seu consumo, podem prejudicar tanto quanto.

      Calma que isso não é motivo para sair por aí bebendo o que quiser sem se preocupar, estar consciente das suas escolhas é o primeiro passo para a mudança de hábitos (saudáveis!).

        Acredito que todo nutricionista vá te dizer a mesma coisa: “Opte pelo suco de fruta natural, essa é sempre a melhor opção.” e é, mas nem sempre a temos tempo e vontade de preparar um suco natural e esta publicação aqui não tem o intuito de estimular o consumo de sucos industrializados, longe disso, quero ensinar a diferença entre as 3 bebidas, para que você saiba exatamente o que está consumindo, sendo uma escolha sua beber o que quiser, mas consciente. Meu papel como futura nutri é informar e promover saúde!

     Para começar, esteja ciente que, mesmo a propaganda informando que aquele suco de caixinha tem várias frutinhas, na verdade ele pode nem ser suco... Néctar de fruta não é suco.

O néctar vendido em caixinha nada mais é que uma diluição do suco da fruta (20 a 30% de polpa da fruta), acrescido de 30% a 50% de açúcar em sua composição (dependendo da fruta utilizada). Por isso, basta abrir e beber. 



O termo néctar, como utilizado pela legislação*, não tem o mesmo significado daquele contido em nossos dicionários, o que também prejudica a nossa interpretação. Segundo o artigo científico "Avaliação crítica da legislação brasileira de sucos de fruta, com ênfase no suco de fruta pronto para beber” o desconhecimento do consumidor sobre a composição do néctar e as informações do rótulo são uma vantagem para a indústria, pois facilita a comercialização de seus produtos ricos em açúcar.

       Já os produtos vendidos como sucos não podem ser adicionados de aromas e corantes artificiais. Mas fique ligado: de acordo com as normas da ANVISA bebidas de frutas só podem ser rotuladas como sucos caso a embalagem contenha 100% de sucos de frutas, salvo as exceções de frutas muito viscosas que necessitam de alguma diluição, como a manga e a goiaba.

     O suco em pó recebe o nome de “Preparado sólido para refresco” e este pode ser ainda pior, pois a legislação brasileira permite que este tipo de produto pode não conter nenhuma matéria-prima vegetal (no caso a fruta), sendo assim inteiramente artificial. Para isso, basta que em sua embalagem contenha a frase “preparado sólido para refresco artificial”. Além disso, algumas marcas acrescentam vários tipos de edulcorantes (adoçantes artificiais) em sua composição (como aspartame, ciclamato e sacarina), muitos deles que devem ter seu consumo controlado devido aos seus malefícios ao organismo. 


Vale ressaltar, que a Sociedade Brasileira de Pediatria, em seu Manual de Orientação de Obesidade na Infância e na Adolescência, recomenda que: “os adoçantes mais comuns (ciclamato, sacarina e aspartame) não devem ser utilizados indiscriminadamente na alimentação infantil, pois não se sabe ao certo quais são seus efeitos a longo prazo”!

      A verdade é que a legislação brasileira não consegue dar conta de tantas novidades, modificações das formulações e falhas em sua própria resolução. Por isso, o seu papel como consumidor consciente é se informar e estar atento sempre aos rótulos, pois eles têm muito mais a dizer que apenas quantas quilocalorias tem um determinado produto.
Fique esperto! Nem tudo que parece natural é mesmo uma opção saudável...


*Legislação: ”Art. 43 do Decreto nº 2.314, néctar “é a bebida não fermentada, obtida da diluição em água potável da parte comestível do vegetal e açúcares ou de extratos vegetais e açúcares, podendo ser adicionada de ácidos, e destinada ao consumo direto” – meio confuso não?

Glúten pode?

Já experimentou digitar “glúten” no Google? A maioria dos sites que aparecem abordando o assunto servem para falar mal dele. Mas afinal, ele é mesmo um vilão?

Muitas pessoas têm entrado na onda da dieta sem glúten sem nem ao menos se preocupar em saber o que é! Não adianta, virou moda. Basta um famoso falar bem (ou mal) que não é necessário comprovação científica para tal fato, alimento ou produto.

Sejamos mais racionais, a moda passa e a sua saúde é que fica. Ser saudável não implica em ser “glúten free” e “sem lactose”.  Mas voltando ao assunto, o que é o glúten?

O glúten é uma substância elástica, aderente, insolúvel em água, responsável pela estrutura das massas alimentícias. Ele é formado a partir da hidratação de duas proteínas presentes no trigo (a gliadina e a glutenina), que se ligam e dão forma à estrutura denominada glúten. O trigo é o único cereal que apresenta gliadina e glutenina em quantidade adequada para formar o glúten, mas no entanto, essas proteínas podem ainda estar presentes em outros cereais, como cevada, centeio e aveia, nas formas, respectivamente, de hordeína, secalina e avenina.

Nas pessoas saudáveis ele faz mal? Não! O glúten é prejudicial apenas para as pessoas com doença celíacas. 

Entenda o porquê:

Fonte




Porém, estudos recentes demonstram que uma alimentação rica em alimentos com glúten, pobre em alimentos com fibra e baixa ingestão de água, pode causar sintomas semelhantes aos da doença celíaca, causando diminuição na absorção de nutrientes a longo prazo.

A Doença Celíaca (DC) é uma doença autoimune desencadeada pela ingestão de cereais que contêm glúten por indivíduos geneticamente predispostos. Além do consumo do glúten e da suscetibilidade genética, é também necessária a presença de fatores imunológicos e ambientais para que a doença se expresse.


O tratamento da doença celíaca é fundamentalmente dietético, pois uma dieta livre de glúten diminui muito o processo autoimune e a mucosa intestinal geralmente volta ao normal. Para garantir uma dieta isenta de glúten, o celíaco deve sempre conhecer os ingredientes que compõem as preparações alimentares e fazer leitura minuciosa dos ingredientes listados nos rótulos de produtos industrializados.

E quais são os principais sintomas das pessoas intolerantes ao glúten?


Mesmo assim, seja por modismo ou vontade dos clientes, muitos nutricionistas estão receitando dietas isentas de glúten. Mas o que o Conselho Regional de Nutricionistas (CRN) tem a dizer?
“A recomendação para a restrição de consumo de glúten vem sendo adotada de forma indiscriminada por inúmeros nutricionistas, o que levou o Conselho Regional de Nutricionistas (CRN-3) a promover um encontro científico (projeto Ponto e Contra Ponto) para discussão do tema. Neste encontro ficou acordado que a eliminação do glúten da dieta só deve acontecer mediante diagnóstico clínico confirmado de doença celíaca, de dermatite herpetiforme, de alergia ao glúten, ou quando, eliminada a hipótese de doença celíaca, haja diagnóstico clínico confirmado de sensibilidade ao glúten (também denominada como intolerância ao glúten–não celíaca). Deve-se salientar que o diagnóstico clínico é de competência exclusiva do médico.”

Se mesmo assim você não tira da cabeça que dieta sem glúten emagrece, entenda o porquê:
Ao restringi-lo da sua alimentação, você elimina diversos alimentos que contém não só o glúten, mas açúcar, sal, gordura... e consequentemente opta por alimentos mais saudáveis. Trocar um pão branco (pão francês) por um pão integral (não necessariamente sem glúten) é uma excelente escolha, visto que a farinha integral é muito mais benéfica e rica em nutrientes do que a farinha de trigo.
Sem contar que muitos alimentos industrializados contêm glúten em sua formulação, e desta forma, você passará a comer mais alimentos naturais e saudáveis.

Comparação da tabela nutricional do pão francês e do pão integral:


Não faça dieta, faça uma reeducação alimentar. Procure um nutricionista, ele é o profissional mais capacitado para lhe aconselhar mudanças no seu hábito alimentar, recomendando opções mais saudáveis e fazendo trocas inteligentes.

Se você desconfia apresentar a doença celíaca, procure um médico!  

Para saber mais:

Porque decidi criar um blog – por Lívia Sautter

Antes de tudo deixa eu me apresentar, sou Lívia Sautter, tenho 24 anos e estou no último ano do curso de nutrição na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Eu sempre gostei de escrever, e estudar assuntos relacionados à nutrição humana me dá uma enorme satisfação.

Já havia criado esse blog faz um bom tempo, pois sempre tive vontade de dividir um pouquinho do que aprendi ao longo dos 4 anos de curso, porém, tive vergonha de iniciar as publicações.

Um belo dia, resolvi que minhas inseguranças não iriam mais decidir o que eu queria realmente fazer, e uma noite comecei a escrever sobre assuntos diversos relacionados ao mundo da nutrição.

Se você entrou aqui esperando um mundo fit, cheio de receitas fit, posts fits e cultos ao fit você irá se desapontar... Esse é um espaço de educação nutricional!

Antes da maromba, vem a saúde. Quero lhe informar da maneira mais clara possível. Quero escrever sobre assuntos que realmente me interessam e que eu, nas minhas pesquisas e estudos, tenho propriedade para abordar. Não sou dona da verdade e nem sei tudo! Sou estudante.

Agora, nada me impede que eu possa falar sobre o mundo fit, mas sobre a minha perspectiva e realidade.
Não vivo de dieta e de academia e confesso que amo hambúrguer e não deixo de comer porque engorda. O que me fascina é poder tornar o hambúrguer que eu tanto amo em algo mais nutritivo e mais saudável.

Levar uma vida equilibrada é meu objetivo, e se eu posso ajudar outras pessoas através desse blog é o que eu farei.


Seja bem-vindo e fique à vontade para sugerir temas.