Quando vamos
ao mercado, à farmácia, lojas de produtos naturais é que percebemos como
existem adoçantes no mercado. São tantos tipos e preços variados, que rola uma
dúvida sobre o que são todos aqueles nomes e se realmente tem alguma diferença
entre eles, além do preço.
Os edulcorantes,
comumente chamados de adoçantes, são substitutos naturais ou artificiais do
açúcar. Eles conferem sabor doce e são substâncias encontradas naturalmente em
diversos alimentos, como beterraba, pêssego e ameixas, mas também podem ser
produzidos industrialmente.
Vários
edulcorantes atualmente comercializados contêm dois ou mais adoçantes em suas
formulações, que segundo os fabricantes, são para potencializar as vantagens de
cada edulcorante e neutralizar as desvantagens, principalmente o sabor residual
que alguns tipos podem conferir.
Umas
das principais preocupações médicas é com a disbiose intestinal que pode ser
causada por alguns tipos de adoçantes. Esse problema ocorre quando, dentro do
intestino, há diminuição do número de bactérias “boas” e um aumento das “ruins”.
Isto dificulta a absorção de nutrientes e provoca carência de vitaminas.
Para as gestantes que por alguma
prescrição médica não devem consumir açúcar, é recomendado cautela na
utilização dos adoçantes. Faltam estudos, mas alguns já são permitidos e
considerados seguros, como é o caso da sucralose, aspartame e acessulfame-K.
Mas também não é a “volonté”! Os adoçantes devem ser consumidos em pouca
quantidade: 3 a 4 gotas por copo ou 1 sachê por vez NO MÁXIMO 6 VEZES AO DIA.
Diabético ou não, gestante ou não, leia sempre o
rótulo
dos alimentos. Dê preferência por sentir o sabor natural dos alimentos.









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