Não faça dieta, mude seus hábitos!

Aditivos Alimentares



"Tão antigos quanto a humanidade, os aditivos alimentares sempre estiveram presentes em nossa dieta. As antigas civilizações descobriram que é possível conservar carnes e peixes com sal (cloreto de sódio) e usar diversas ervas e temperos para melhorar o seu sabor. Já na época dos romanos, o enxofre era utilizado no preparo dos vinhos para sua melhor conservação. Os aditivos são utilizados há séculos, com diferentes finalidades, tais como aumentar o tempo de conservação, atribuir ou realçar algumas características próprias de alguns alimentos. 

No entanto, por se tratarem de substâncias químicas intencionalmente adicionadas aos alimentos, torna-se fundamental conhecer suas propriedades, de maneira a garantir seu uso adequado e seguro. 

Legislação:

A portaria nº 540 - SVS/MS de 27 de outubro de 1997 publicada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) define o termo aditivo alimentar como 'qualquer ingrediente adicionado intencionalmente aos alimentos, sem propósito de nutrir, com o objetivo de modificar as características físicas, químicas, biológicas ou sensoriais, durante a fabricação, processamento, preparo, tratamento, embalagem, acondicionamento, armazenagem, transporte ou manipulação de um alimento'. "

Fonte: Artigo - Food Additives, 0103-2259/11/34-05/177

Dietas!


Se você está acima do peso ou se já desejou perder alguns quilos, certamente já fez algumas ou até mesmo dezenas de dietas para atingir o seu objetivo.

Você pode dizer que perdeu peso. Ok, eu acredito, mas a troco de que?

Quanto tempo depois você engordou tudo de novo ou até mais do que antes? O que você teve que “cortar” da sua alimentação? Tomou algum medicamento que provocou efeitos colaterais? Sentiu fome? Sentiu raiva por não conseguir se controlar e atacar uma barra de chocolate? Se achou fraco(a)?

Pois é, esses são alguns dos efeitos colaterais das dietas. A restrição que vêm junto delas que eu não gosto. Corta glúten, exclui a lactose, ta com fome beba água. Mais fácil mandarem a gente parar de viver.

Comer é um ato social, é prazeroso e faz bem. Por isso invisto na educação/reeducação alimentar. Raros são os casos em que uma alimentação equilibrada fazia parte do cardápio da família. Digo isso por mim e pelas pessoas que conheço. Somos da geração hambúrguer, cachorro quente, refrigerante... Estamos condicionados à gostar disso, pois fomos introduzidos à esse mundo.
Mas não vamos culpar nossos pais, eles são vítimas também. Por isso, a educação alimentar é essencial nesses casos.

Saber o que comer, quando comer e porquê comer faz parte desse processo e nele não existe o proibido e sim o evitável, pois você tem a consciência do que te faz bem e o que te faz mal. Então comer, vira uma escolha e não uma restrição. Sem “dias do lixo” e “final de semana eu posso comer o que quiser”.

Dieta é pra quem realmente precisa, como é o caso de atletas e pessoas que realmente conseguem. Tem que ter data de início e fim. Porque eu admito: eu não consigo fazer dieta. Eu tento comer da melhor maneira possível, e se eu tenho o poder de escolher, que a escolha seja a mais saudável.

Vejo pessoas postando o dia-a-dia das suas dietas nas redes sociais e só consigo pensar por quanto tempo elas vão conseguir seguir aquelas restrições, porque o início é sempre igual: muita empolgação pra perder peso, pra comprar coisas novas pra dieta, pra postar foto do prato, mas isso cansa. Tudo é um processo.

O segredo do emagrecimento está além do equilíbrio da ingestão/gasto energético, está no futuro, no a longo prazo. Se eu perder peso rápido, de forma não saudável, lá na frente corro risco de engordar mais. Emagrecer requer um equilíbrio psicológico, um auto conhecimento, uma paciência sem igual, pra enxergar nos pequenos progressos grandes conquistas.

Quer comer hambúrguer, coma, mas porque não fazer o seu? Eu arrisco dizer que cozinhar pode ser uma coisa legal. Quem não gosta de receber um elogio por algo que fez. Se tem algo que eu gosto é de ver as receitas das minhas colegas de profissão, com pratos super bonitos e com comida de verdade. Nenhuma delas passa fome e todas saem pra comer com os amigos, se divertem e não se privam. Sem radicalismos.

Essa é a minha opinião. Sou feliz assim, podendo comer minhas bobagens de vez em quando sem me punir ou com compulsão. Pelo menos não vou dormir pensando no que eu poderia comer e não comi.


O segredo de ser saudável é o equilíbrio e o conhecimento. Faça a sua escolha.  

Edulcorantes – adoçantes naturais e artificiais

Quando vamos ao mercado, à farmácia, lojas de produtos naturais é que percebemos como existem adoçantes no mercado. São tantos tipos e preços variados, que rola uma dúvida sobre o que são todos aqueles nomes e se realmente tem alguma diferença entre eles, além do preço.

Os edulcorantes, comumente chamados de adoçantes, são substitutos naturais ou artificiais do açúcar. Eles conferem sabor doce e são substâncias encontradas naturalmente em diversos alimentos, como beterraba, pêssego e ameixas, mas também podem ser produzidos industrialmente.

Vários edulcorantes atualmente comercializados contêm dois ou mais adoçantes em suas formulações, que segundo os fabricantes, são para potencializar as vantagens de cada edulcorante e neutralizar as desvantagens, principalmente o sabor residual que alguns tipos podem conferir.













                                                        


Umas das principais preocupações médicas é com a disbiose intestinal que pode ser causada por alguns tipos de adoçantes. Esse problema ocorre quando, dentro do intestino, há diminuição do número de bactérias “boas” e um aumento das “ruins”. Isto dificulta a absorção de nutrientes e provoca carência de vitaminas.

Para as gestantes que por alguma prescrição médica não devem consumir açúcar, é recomendado cautela na utilização dos adoçantes. Faltam estudos, mas alguns já são permitidos e considerados seguros, como é o caso da sucralose, aspartame e acessulfame-K. Mas também não é a “volonté”! Os adoçantes devem ser consumidos em pouca quantidade: 3 a 4 gotas por copo ou 1 sachê por vez NO MÁXIMO 6 VEZES AO DIA.

Diabético ou não, gestante ou não, leia sempre o rótulo dos alimentos. Dê preferência por sentir o sabor natural dos alimentos.